Há dez anos, numa viagem longa para Atlanta, ouvi o podcast Smart Passive Income quase por acaso. Lembro perfeitamente a sensação: uma janela abriu no meu entendimento sobre marketing e sobre como colocar as necessidades do cliente no centro de tudo. A voz calma e as experiências compartilhadas me fizeram perceber que, independentemente do tamanho do desafio, existe outro caminho para crescer. Essa viagem não mudou só meu destino naquele fim de semana, mas redirecionou minha vida profissional e pessoal.
O início de uma paixão por inteligência artificial
Com esse novo olhar, fui me aprofundando em tecnologia. O universo da inteligência artificial (IA) chamava cada vez mais minha atenção. Resolvi, então, investir em aprendizado formal: escolhi uma certificação do IBM Watson pela Coursera. A primeira conquista foi um modelo para identificar raças de cães. Aquilo parecia mágica – mas era só o começo. Logo depois, criei meu próprio chatbot, misturando curiosidade e prática, explorando códigos e possibilidades que a IA abria.
Essas pequenas vitórias tecnológicos não só aumentaram minha confiança, mas abriram portas para algo maior: personalizar conteúdos, agilizar tarefas e, acima de tudo, imaginar como essa tecnologia poderia servir para transformar a vida de mais pessoas. A tecnologia pode ser acessível, mesmo para quem acredita que é “difícil demais” ou “não é para mim”.
Família, apoio e equilíbrio: os bastidores da jornada
Nada disso teria acontecido sem incentivo e parceria. Aqui entra meu marido, Noah, professor do ensino fundamental. Ele tem esse jeito inspirador de olhar para as pessoas e suas potencialidades. Foi assim que nasceu nosso projeto conjunto: um curso sobre como professores podem usar o ChatGPT em sala de aula. Juntos, acreditamos que a educação precisa de ferramentas que ajudem o professor a se concentrar no que importa: a relação com o aluno.
Mas preciso ser honesta: realizar tudo isso enquanto sou mãe de cinco filhos exige uma dose diária de coragem e uma tarefade organização. Entre reuniões, gravações, cafés apressados e tarefas escolares, aprendi a importância de cuidar de mim também – com remédios para TDAH, bloqueando horários para dedicar só à família, noites de encontro com Noah (para conversar sobre sonhos, não só boletos!). Eu acredito que construir uma carreira e uma família feliz exige revisar prioridades toda semana.

Da carreira corporativa à construção de comunidade
Após anos como diretora de Marketing em uma grande empresa de TI voltada para saúde, eu sentia um desejo imenso por autonomia. Queria mostrar aos meus filhos – e a mim mesma – que reinventar-se é possível. Busquei, então, comunidades capazes de apoiar esse movimento. Foi no All-Access Pass da SPI que realmente encontrei esse abraço coletivo.
- Conexão com empreendedores experientes e iniciantes;
- Espaço seguro para compartilhar dúvidas e conquistas;
- Oportunidades para criar projetos colaborativos e desenvolver novas habilidades;
- Sentimento de pertencimento, difícil de encontrar em ambientes corporativos tradicionais.
Com o Penguin Connective nascendo e crescendo, fui sentindo que ali estava meu lugar no mundo digital. E quando avancei para a SPI Pro, o ambiente ficou ainda mais focado: ali estavam empreendedores mais experientes, abertos à troca genuína, sem concorrência tóxica, apenas aprendizado real.
A importância da comunidade no enfrentamento do medo e do sentimento de impostora
Pouca gente fala sobre isso, mas até quem tem MBA e quase vinte anos de carreira sente medo ao empreender. Muitas mulheres carregam a sensação de “não sou suficiente”. Em conversas dentro da SPI, descobri que não estava sozinha. Apoio coletivo foi fundamental para mudar minha mentalidade: errar faz parte do processo e é uma grande fonte de aprendizado.
Foi nesse contexto, sentindo a força do grupo, que decidi criar um podcast, mesmo sendo introvertida. Assim nasceu o AI Genie. Trouxe convidados das minhas conexões ali, falamos sobre as aplicações da inteligência artificial, crescendo juntos e desmistificando conceitos.

Comunidades e causas pessoais: indo além do digital
Trabalhar com IA virou uma missão pessoal. Me envolvi em várias causas:
- Promover transparência em investimentos políticos;
- Conscientização sobre adoção e famílias acolhedoras;
- Oferecer formação tecnológica acessível e ética.
Com o AI Explorers, criei um espaço especial: uma comunidade para quem quer entender e aplicar IA na vida real – bem além de criar postagens nas redes. Usei o curso Community Business Blueprint da SPI como base, estruturando o grupo para focar em compartilhamento, desenvolvimento conjunto e apoio prático.
Inspirando e educando para um futuro melhor
No Brasil, vejo um cenário muito parecido com o que busquei nos Estados Unidos, onde comunidades fazem toda diferença na hora de empreender. Pesquisas recentes mostram o quanto a inteligência artificial se tornou parte do dia a dia dos brasileiros. Uma pesquisa da Ipsos e do Google, por exemplo, informa que 54% dos brasileiros já usam IA generativa, acima da média global (Ipsos e Google, 2024).
O número de empresas no setor industrial utilizando inteligência artificial também disparou, saltando de 16,9% para 41,9% entre 2022 e 2024, segundo o IBGE (dados do IBGE).
Esses dados mostram que estamos conectados, prontos para transformar conhecimento em oportunidades. No Método Mulher Milionária, vejo o mesmo impulso: formar e apoiar mulheres para que conquistem autonomia, aprendam a criar, vender e inovar, mesmo sem grande experiência inicial.
Planos para o futuro: cursos, viagens e comunidade
Olhando para frente, minha vontade é ampliar os horizontes: novos cursos sobre IA para músicos, para pequenos empreendedores e para quem deseja reorganizar a rotina com tecnologia. Espero viajar com minha família, criar memórias e mostrar aos meus filhos o valor da coragem e da colaboração. Construir junto ainda é a melhor maneira de se preparar para o futuro.
Confio no poder de uma comunidade que inspira, apoia e ensina na prática.
Se você sente afinidade com esse propósito, convido a conhecer o Método Mulher Milionária. Aqui, você pode dar o primeiro passo na transformação que deseja para a sua vida – apoiada por outras mulheres empenhadas, tecnologia acessível e espaços onde ideias se tornam realidade.
Perguntas frequentes
O que Jessica Spencer faz com IA?
Jessica desenvolve conteúdos, cursos e ferramentas práticas usando inteligência artificial para facilitar o dia a dia de professores, empreendedores e criadores digitais. Ela aplica IA na personalização de conteúdos e criação de chatbots, sempre buscando formas acessíveis para o público comum.
Como a comunidade ajuda na inovação?
A comunidade oferece um ambiente seguro para testes, troca de experiências e parcerias, além do suporte emocional e prático. Com isso, quem participa aprende, compartilha acertos e dúvidas, e sente incentivo constante para seguir criando novas soluções.
Quais ferramentas de IA Jessica recomenda?
Jessica costuma trabalhar com IBM Watson, Coursera para formação, e plataformas como ChatGPT no contexto educacional. Ela incentiva o uso consciente de ferramentas de IA que se adaptem à realidade de cada pessoa.
Como posso participar da comunidade dela?
Você pode buscar grupos como o AI Explorers, que surgiu para dar suporte prático a quem quer aprender IA, e acompanhar os conteúdos do podcast AI Genie. O principal é procurar ambientes digitais focados em aprendizado colaborativo, assim como indica o Método Mulher Milionária.
É seguro usar IA nos projetos?
Sim, desde que a pessoa escolha ferramentas confiáveis, respeite limites éticos e busque sempre estudar boas práticas. Jessica destaca a importância do aprendizado contínuo e do uso responsável da tecnologia, sempre com apoio de comunidades educadoras.
